Programação completa da Janela de Dramaturgia 2019 - Santa Tereza Tem
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Programação completa da Janela de Dramaturgia 2019

20 de agosto – terçaABERTURA
19h Dramaturgia de Muro – Uma intervenção

Dramaturgias escritas em tempo real, pelos dramaturgos e curadores da mostra, Anderson Feliciano e Marina Viana, são projetadas nas paredes externas do Centoequatro, na Avenida dos Andradas.

Anderson Feliciano (BH/MG) =Performer e Dramaturgo. É curador da Mostra Polifônica Negra. Em 2018 foi curador assistente do Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte. Coordenou em Buenos Aires o Laboratório de Experimentos Performáticos e faz parte da equipe do projeto segundaPRETA. Mestrando em Dramaturgia (UNA – Buenos Aires), tem escrito para artistas do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, França e Itália. A obra Vazio, da qual é diretor, estreou em Junho de 2019 no ACUD-Theater em Berlin e na galeria Quatro Lados em Chur na Suíça.

Marina Viana (BH/MG) – Atriz, dramaturga e diretora teatral, formada pela EBA-UFMG. É integrante dos Grupos: Mayombe Grupo de Teatro, Teatro 171, Cia Primeira Campainha, e é colaboradora de vários outros coletivos da cidade de Belo Horizonte. Tem uma banda, já publicou Zines, realiza prêmios e faz cabarés. Posou como modelo vivo na Escola de Belas Artes pra ajudar no orçamento da casa. Escreve manifestos e plagicombina canções alheias.

20h Roda de conversa: Modos de manifestação
Os artistas convidados, Nil César, Rogério Coelho e Thálita Motta, debatem experiências dramatúrgicas na cidade que se valem como verdadeiras manifestações, trazendo para a cena não só reinvindicações sócio-políticas, mas novas formas de se pensar e fazer teatro, novos atuantes para a cena e outros modelos de escrita teatral.

Nil César (BH/MG) – Mobilizador cultural, ator, diretor, produtor, gestor e dramaturgo. Gestor e fundador do Grupo do Beco e da Casa do Beco, no Morro do Papagaio/Aglomerado Santa Lúcia. Já escreveu mais de 15 textos para teatro, dentre eles “Quando eu vim para um Belo Horizonte – 2014 e 2019”, com senhoras faveladas atuando suas histórias. Como Gestor Cultural já recebeu vários reconhecimentos, dentre eles o Prêmio Bom Exemplo 2018 – Categoria Cultura, concedido pela Rede Globo e Diploma de Honra ao Mérito da Câmara Municipal de Belo Horizonte, em 2016.

Rogério Coelho (BH/MG) – Poeta, dramaturgo e articulador do Coletivoz Sarau da Periferia e Slamaster do Slam Clube da Luta de Belo Horizonte. Graduado em Letras pela Puc-Minas, mestre em Artes pela EBA-UFMG e doutorando pela FALE-UFMG com a pesquisa “Afrografias” de performances negras nos Slams. Foi vice-diretor do CICALT – Centro Interescolar de Cultura, Arte, Linguagens e Tecnologias, no programa Valores de Minas, onde escreveu dramaturgias para os espetáculos multidisciplinares de encerramento de 2011 a 2018.

Thálita Motta (BH/MG) – Doutora e mestre em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais, com pesquisa em carnavalização e performatividade. Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. Professora do curso profissionalizante do CEFART (Palácio das Artes/FCS). Em 2017 fez a Coordenação Geral dos Núcleos de Pesquisa do Galpão Cine Horto e também Coordenou o Núcleo de Pesquisa em Cenografia e Figurino. Atua como diretora no Coletivo Transborda.

22h Discotecagem

Pelas Dj : Discotecagem de um garotinho trans, preto, morador de Ribeirão das Neves, que busca ascensão por meio da música e de outras atividades socioculturais.

MOSTRA

27 de agosto – terça – 20h
Peça-manifesto #1

Dione Carlos (São Paulo/SP) -Dramaturga formada pela SP Escola de Teatro, com mais de quinze peças encenadas. É orientadora artística do Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Santo André e dramaturga convidada do Projeto Espetáculo na Fábrica de Cultura da Brasilândia. Foi convidada pela Embaixada do Brasil na Grécia para representar o Brasil no Dia Internacional da Língua Portuguesa, em maio de 2019. Lançou seu primeiro livro em 2017, Dramaturgias do Front e, em 2019, integrou a publicação Dramaturgia Negra, lançada pela Funarte. Em 2018 foi responsável pela curadoria das ações formativas do Festival Ibero Americano de Artes Cênicas Mirada, em Santos. Em 2019, foi curadora do evento Dramaturgias II.

Peça-manifesto #2

Elisa Santana e Sabrina Rauta (BH/MG)

Elisa Santana é atriz, diretora, professora de teatro, poeta, compositora e cantora. Publicou o Livro de poemas “Os Peixes do meu Pano de Prato” pela Nandyala editora e o CD independente “Soneto 88”.

Sabrina Rauta -atriz, diretora e performer. Iniciou sua formação em teatro no programa Valores de Minas, ingressando posteriormente na Escola de Teatro da PUC Minas, Filhos da Puc e Zap-18. É idealizadora do Coletivo Amarginal.

Bate-papo com as autoras
Debatedora convidada: Idylla Silmarovi
Mediação: Luciana Romagnolli
Escrita de crítica: Guilherme Diniz

17 de setembro – terça – 20h

Peça-manifesto #3

Paloma Franca Amorim (Belém/PA) – É escritora e sambista. Autora do livro de contos e crônicas “Eu Preferia Ter Perdido um Olho”, publicado pela editora Alameda no ano de 2017. Foi cronista do jornal paraense O Liberal ao longo de dez anos. Atualmente é colaboradora do caderno de cultura Ilustrada do jornal Folha de São Paulo e do site Opera Mundi. Integra o grupo Sambadas de mulheres sambistas e ativistas da cultura popular.

Peça-manifesto #4

Academia Transliterária (BH/MG) – Coletivo de artistas da população T (travestis, transexuais e transgêneros) e pessoas cisgêneras próximas à pauta. Investigam estratégias, estéticas e linguagens artísticas para difusão e protagonismo da arte/cultura T e periférica. Trata-se de iniciativa pioneira em Belo Horizonte de caráter fundamentalmente artístico, dentro de uma cultura trans ainda invisível e pouco representada. Integram o grupo: Brisa Alkimin, Ed Marte, Fernando Cardoso, Idylla Silmarovi, Jô Arlen, João Maria Kaisen, Luci Universo, Lui Rodrigues, Marta Neves, Nickary Aycker, Pitty Negreiros, Rodrigo Carizu e Titi Rivotril.

Bate-papo com as autoras

Debatedora convidada: Nina Caetano
Mediação: Luciana Romagnolli
Escrita de crítica: Ana Luísa Santos

22 de outubro – terça – 20h

Peça-manifesto #5

Leonarda Glück (Curitiba/PR) – Atriz, dramaturga, performer, curadora e diretora teatral. Trabalha com a fusão entre linguagens artísticas, suas estreitas relações com o corpo e suas ressonâncias afetivas. É diretora teatral graduada pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Foi artista residente e fundadora do Espaço Cultural Casa Selvática de 2012 a 2019, em Curitiba, espaço este gerido pela produtora Selvática Ações Artísticas. Em 2016 a artista lançou, em parceria com a Editora Dybbuk, seu primeiro livro de dramaturgia, intitulado “A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro”, contendo seis peças para teatro, além de um ensaio fotográfico exclusivo.

Peça-manifesto #6

André Luiz Dias e Marcos Fábio de Faria (Teófilo Otoni-BH/MG)

Os dois artistas recentemente trabalharam juntos em “Filofobia”, uma produção em parceria do Grupo In-Cena de Teatro, de Teófilo Otoni, com o Grupo dos Dez, de Belo Horizonte.

André Luiz Dias é ator, diretor, bailarino e dramaturgo. Fundador e diretor artístico do Grupo In-Cena de Teatro, além de diretor executivo e arte-educador no Instituto Cultural In-Cena. É idealizador e diretor geral do FESTTO – Festival Nacional de Teatro de Teófilo Otoni. Marcos Fábio de Faria é dramaturgo do Grupo dos Dez, e já escreveu para outros grupos de teatro como Burlantins, A-GRUPA: Teatro e Música e Grupo In-Cena de Teatro. Foi dramaturgo convidado do primeiro SECAD, projeto do Sesc Palladium MG. É professor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. É editor e curador da série editorial Aquilombô.

Bate-papo
Debatedora convidada: Juhlia Santos
Mediação: Luciana Romagnolli
Escrita de crítica: Júlia Guimarães

12 de novembro – terça – 20h

Peça-manifesto #7

Bruno de Jesus (Salvador/BA) – Artista da dança, bailarino, coreógrafo, educador e pesquisador da dança. Estudos e formações baseiam-se em Marita de Jesus (Mãe) e Henrique Bispo da Silva (Pai). Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia. Diretor do filme RAIMUNDOS: Mestre King e as figuras masculinas da dança na Bahia. Técnico em dança na Escola de dança FUNCEB, Licenciatura e Especialização em Estudos contemporâneos em Dança na UFBA. Diretor e idealizador do EPA! Encontro Nacional Periférico de Artes. Programador e Curador da mostra nacional de dança CORPOCIRCUITO – BA. Gestor e coreógrafo da ExperimentandosNUS Cia de dança com mais de dez espetáculos no repertório. Membro do Grupo de pesquisa Corponectivos: Dança/Artes/Interseções – UFBA.

Peça-manifesto #8

Cida Falabella + Mulheres da Zap 18 (BH/MG) – Atriz, diretora e professora de teatro, uma das fundadoras da ZAP 18, espaço que coordenou até 2016. Dirigiu espetáculos no seu grupo e em vários coletivos da cidade, desenvolvendo uma pesquisa em teatro e realidade e teatro autobiográfico. Em 2015 voltou a atuar no solo Domingo, com seu texto e direção de Denise Pedron. Atualmente é vereadora, em Belo Horizonte, pelas Muitas/Psol e defende as pautas da Cultura, Educação e a luta das Mulheres.

Bate-papo com as autoras

Debatedor convidado: Mário Rosa
Mediação: Luciana Romagnolli
Escrita de crítica: Guilherme Diniz

10 de dezembro – terça – 20h

Peça-manifesto #9

Carolina Bianchi (São Paulo/SP) – Diretora, atriz e dramaturga. É formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Suas criações atravessam o teatro, a dança, a literatura e performance através de trabalhos autorais gerados em parceria com artistas multidisciplinares. A esse coletivo de artistas que a acompanha a cada obra, deu o nome de CARA DE CAVALO. Sob esse formato concebeu os espetáculos: Mata-me de prazer (2015), Quiero hacer el amor (2016/17) e LOBO (2018). Integrou a residência de dramaturgia Panorama urbano em uenos Aires.

Peça-manifesto #10

Byron O’Neill (BH/MG) – Graduado em Artes Cênicas pela UFMG, é um dos idealizadores, ao lado de Bárbara Bof, do FETO – Festival Estudantil de Teatro. Estreou como diretor e roteirista no ano de 3 com o “curta-metragem metalingüístico de baixo orçamento ou aceita mais café?”, que recebeu diversos prêmios em festivais de cinema e vídeo Assina a direção e a dramaturgia de espetáculos da Cia 5 Cabeças (companhia teatral da qual é um dos fundadores), e “ Isso é para a dor”, do coletivo teatral Primeira Campainha. Trabalha com teatro e cinema, exercendo principalmente as funções de dramaturgo, diretor e preparador de elenco.

Bate-papo com as autoras
Debatedora convidada: Júlia Guimarães
Mediação: Luciana Romagnolli
Escrita de crítica: Clóvis Domingos

+ Lançamento do catálogo da edição, com a publicação de todos os textos da mostra. Os textos críticos e a ficha técnica completa das leituras serão publicadas no site e divulgadas nas redes sociais do projeto.

SERVIÇO

Entrada: Programação gratuita.
Local: A Central – Praça Rui Barbosa, 104 – Centro
Facebook e instagram: janeladedramaturgia

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