Nada Santa, bloco da família Silva
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Nada Santa, bloco da família Silva

Nada Santa, bloco da família Silva,  estreia com brilho em Santa Tereza

Santa Tereza tem dessas coisas de famílias e amigos se unirem em pequenos grupos, onde vai só agregando novas pessoas. É o caso do Bloco Nada Santa,  formado por moradores do bairro, que saiu pela primeira vez no carnaval. Apesar de pequeno, contagiou os foliões com sua possante e ritmada bateria, dirigida pelo mestre, Lauro, mais conhecido como Juninho.

Andreia Silva, uma das organizadoras do Nada Santa Fotos: Eliza Peixoto

Bloco típico de Santa Tereza, foi criado pela família Silva, Dona Vilma e seus sete filhos, sendo que cinco mulheres, animadas e foliãs como a mãe. Que fala sobre o bloco é a Andrea, que teve papel primordial na organização do bloco. “Minha família sempre foi carnavalesca. A gente participava dos blocos Inocentes de Santa Tereza, do Unidos de Santa Tereza e por último da Banda Santa. Mas aí o bloco acabou e a gente ficou assim meio que perdidos. Nesse período passamos a sair em outros, mas a vontade de criar um bloco próprio persistia e também os amigos perguntavam e aí quando vão criar um bloco? Como meu irmão Juninho é mestre de bateria de outros blocos, como  Queixinho, Padecendo no Paraíso, então a bateria já estava garantida e aí resolvemos este ano colocar o Nada Santa na rua.”

O bloco saiu pela primeira vez no domingo de carnaval de 2017, logo depois do Volta Belchior e para Andrea e suas irmãs foi uma surpresa, pois logo havia um mar de gente seguindo o Nada Santa. “Foi realmente uma surpresa e nos deixou felizes, pois valeu o trabalho ver as pessoas felizes, cantando com a gente”. O nome Nada Santa é uma referência ao bloco Banda Santa, que foi sucesso nos carnavais em Santa Tereza, na década de 80 e da qual a família inteira participava.

Mestre Lauro, o Juninho

Dona Vilma entra na conversa e relembra que “quando o trio elétrico do Dodo e Osmar veio a Belo Horizonte, não me lembro da data, eu tinha as três meninas mais velhas. Esperei meu marido, que era da polícia militar sair pro quartel, pequei as filhas e fui ver o trio elétrico, com a pequena no colo e as outras duas agarradas na barra da saia. Então a história nossa com o carnaval é antiga. A Andrea com 12 anos já sambava nos blocos e o Juninho desde os 8 tocava nas baterias”.

As irmãs Andrea, Adriana, Alexandra, Fernanda e dona Vilma gostaram tanto da experiência que estão repetindo a dose e o bloquinho já está com tudo pronto para o desfile em 2018, que será no dia 10 de fevereiro com muito brilho e animação, homenageando as mulheres heroínas.
Serviço
Desfile do Nada Santa
Data: 10 de fevereiro
Concentração: 13h – Rua Ângelo Rabelo com Mármore
Trajeto:  Sai às 14h e segue pela Mármore até o Alto dos Piolhos

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